cartaz infarmed

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O INFARMED, Autoridade Nacional dos Medicamentos e Produtos de Saúde, I.P., no âmbito das suas competências como coordenador e responsável pelo Sistema Nacional de Farmacovigilância, elaborou um cartaz informativo sobre a tema “Notificar os efeitos adversos aos medicamentos” www.jasfarma.pt.

Este livro contém informação sobre a população em geral, sobre os efeitos secundários dos medicamentos e sobre a importância de se informar sobre saúde e saúde. O cartaz está exposto em farmácias, centros de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica e em instituições de saúde, como Hospitais e Centros de Saúde, em Portugal continental, Açores e Madeira.

Espera-se, com a iniciativa, melhorar a informação sobre a importância da notificação de dados sobre a segurança dos medicamentos.

Consulte uma área Campanhas.

Os presentes O presente completam o cartaz do festival NOS Alive, marcada para julho no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, e já esgotado, uma organização. O festival decorrerá de 12 a 14 de julho e o grupo english The Gift atuar no último dia, no palco Clubbing, completando o cartaz desta 12ª. edição.

No total, há mais de cem aplicações, de música e comédia, em sete palcos espalhados pelo recinto junto ao Tejo. Pearl Jam, Arctic Monkeys, Nine Inch Nails, Queens onf The Stone Age, Japandroids, Eels, Khalid, Wolf Alice, Jack White, Franz Ferdinand, The National e Bryan Ferry estão entre os destaques do cartaz.

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Além do Presente, que têm estado em digressão com o álbum “Altar”, uma música portuguesa passará pelos caminhos de Orelha Negra, Miguel Araújo, Jorge Palma, António Zambujo, Branko, Teresinha Landeiro, Surma, Primeira Dama ou Paus.

Desde a primeira edição, o festival acontece no Passeio Marítimo de Algés, com uma capacidade de cerca de 55 mil pessoas. Além de Portugal, uma organização teve direito a venda em Espanha, França, Reino Unido, Bélgica, Noruega, Suíça, Alemanha e Suécia.

As farmácias têm como sua principal função a dispensação
dos medicamentos de acordo com a prescrição médica,
nas quantidades e especificações solicitadas, de forma
segura e no prazo requerido, promovendo o uso seguro e
correto de medicamentos e correlatos. As farmácias hospitalares
no Brasil, nas últimas duas décadas, têm evoluído e
se organizado com o objetivo principal de contribuir para
a qualidade da assistência à saúde e, tendo o medicamento
como instrumento para o pleno exercício dessa função,
devem ter como foco de sua atenção o paciente e suas
necessidades (SBRAFH, 1997; GOMES ; REIS, 2000). Assim,
sua organização e sua prática devem prevenir que erros de
dispensação aconteçam.
Segundo Leape et al. (1999) a prevenção de erros
em hospitais não tem sido uma prioridade. Quando acontecem,
apenas medidas paliativas e transitórias são tomadas.
Verifica-se procedimentos adotados e treina-se pessoal em
determinada atividade, mas não se avalia a insegurança
inerente aos sistemas complexos que caracterizam o processo
de utilização de medicamentos. Fatores como falta
de definições hierárquicas, tolerância a práticas individualistas,
informação não disponível quando necessária e medo
da punição permanecem como obstáculos à melhoria da
segurança nos hospitais.
A utilização de medicamentos em hospitais pode
envolver de 20 a 30 etapas, incluindo a prescrição, a

1. Farmacêutica da Secretaria de Saúde de Betim e do Hospital João XXIII em Belo Horizonte, Minas Gerais
2. Professor Adjunto do Departamento de Farmácia Social/UFMG Pesquisador do Centro de Estudos dos
Medicamentos-CEMED.
3. Oficial Farmacêutico do Comando da Aeronáutica, Farmacêutico Assessor da Diretoria de Assistência Farmacêutica
da Secretaria de Saúde de Minas Gerais.
Autor responsável: T.A. Anacleto. E-mail: [email protected]
transcrição, a dispensação, a administração e o monitoramento
(LEAPE et al., 2000). Como qualquer outro sistema
complexo, apresenta defeitos resultantes de uma combinação
de múltiplas falhas que individualmente não seriam
suficientes para causar um erro; são as chamadas falhas
latentes, dinâmicas como o sistema, e que mudam de acordo
com as situações a que este é submetido. As defesas
do sistema visam impedir que elas isoladamente ou que
a somatória de diversas falhas resultem em erro (COOK
et al., 1998).

Saúde

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